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WhatsApp bloqueado por 48 horas… quanto isto lhe faz falta?

A internet acordou menos ‘falante’ hoje com o bloqueio do WhatsApp por parte das operadoras de celular. Eu confesso que no início não entendia porque o chamavam de rede social, pois o MSN, o ICQ e tantos outros mensageiros nunca tiveram este status. Mas foi só eu aderir e notei que os grupos formados pelos usuários tem potencial similar (ou até maior) que as redes convencionais como o Facebook por exemplo. Uma fofoca ou boato no WhatsApp espalha como rastilho de pólvora, acreditem…

Há muita controvérsia sobre quem ou o que teria feito o WhatsApp ser suspenso por algumas horas… Tem a versão oficial de que alguém estaria sendo investigado e por isso a rede precisaria ser vasculhada, tem também a suposição que as ‘teles’ estariam operando com prejuízo dado o volume de dados trafegado pelo APP, e ainda tem quem diga que o sistema foi paralisado para evitar um colapso devido ao viral do momento, entre um casal adúltero sendo pego no flagra (procurem pela Fabíola no google e saberão do que se trata). Enfim, o que eu posso dizer do alto da experiência de quem usa trens todos os dias, é que o WhatsApp é o APP em uso de 8 entre 10 passageiros que estão com o smartphone  em mãos.

Eu curto bastante música e alguns joguinhos, mas a grande maioria passa a viagem teclando e trocando piadinhas e memes pelo aplicativo.  Como em toda tecnologia, tem a futilidade, mas também a utilidade… Vejo pessoas que usam o Whats para se comunicar com pais e filhos, passar recado para a empregada, pro chefe e ainda tem aquelas mamães que, tentando aproveitar o tempo de viagem, escolhem roupas para os filhos pelas fotos que recebe no aplicativo (isso eu já vi até aqui em casa). Enfim, é todo um costume que vem se criando sobre uma aplicação e que hoje foi bruscamente interrompido.

Vamos ver por quanto tempo isso vai durar e se na prática, alguém vai notar diferença na velocidade da internet… fica a dica, instalar um outro mensageiro para as emergências. Este blog e seu autor sugere o Viber ou o Telegram, como alternativas.

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